sábado, 1 de julho de 2017

JOSESSANDRO ANDRADE - LIVRO - COM CHEIRO DE MAR E QUIXABEIRA








Josessandro Andrade
O agitador cultural ou um poeta em transformação?

( Lailton Araújo )


Não é fácil escrever algo sobre qualquer pessoa. Uma palavra não colocada no devido lugar pode fazer um ego explodir em êxtase ou depressão pós-criação. É interessante ver nascer mais um livro em Sertânia, Estado de Pernambuco, Brasil.

Quebrando as formalidades - sou um aprendiz de crítico de plantão, pois o autor desta obra permitiu tal abuso - deixo registrada a admiração que tenho por Josessandro Andrade, poeta e historiador do dia a dia do Sertão. “Sandro”, como é conhecido entre os amigos e amigas, talvez seja a reencarnação de outros esquecidos escritores do Vale do Moxotó. Malditos do tempo? Não... Foram e são incompreendidos em uma região que não valoriza - como devia - as diversas formas de expressão cultural. Os talentos sertanienses voam iguais as aves de arribação. Sempre existirá uma cacimba - ainda com água - para saciar a sede do conhecimento e reconhecimento que as aves migratórias procuram? Penso que sim. Esta tal sede poderá matar de saudade, frustração e noites não dormidas. Como é bom morrer ou se encantar, procurando o que a leitura e escrita proporcionam, quebrando regras e preconceitos! O mundo muda de cor e forma na criação literária? Qualquer mestre sabe que a porta do conhecimento leva para outras dimensões e sonhos... O professor Josessandro poetiza nas salas de aula, nas discussões políticas (algumas acirradas e jogadas no tabuleiro de xadrez) e nas rodas da boemia. Qual poeta não é polêmico?

Fiquei surpreso com as homenagens neste livro. Sem plagiar: “não quero jogar confetes”! Prefiro citar a satisfação em ler um escritor maduro derramando sentimentos, histórias em forma de poemas, crônicas metrificadas ou não, e letras - soltas - sem quaisquer preocupações com estéticas. As noites de lua cheia e novas formas de reflexão podem deixar qualquer ser humano aberto à espiritualidade ou não!

“Com Cheiro de Mar e Quixabeira” tem os pés nos arrecifes pernambucanos e perfume de mato sertanejo. É biográfico quando registra fatos das obras de autores da terra, em uma época - única - de Sertânia. Percebo que foi escrito em transe, observando a sociedade, com os olhos críticos, sensibilidade apurada e mãos de um grande poeta. É um livro impessoal na maioria dos textos e contestador.  Será obrigatório nas cabeceiras de leitores de bom gosto e bibliotecas de pesquisas culturais.




terça-feira, 30 de maio de 2017

LAILTON ARAÚJO - WEBRÁDIO LINHA DIRETA - ENTREVISTA - 17/05/2017





Webrádio Linha Direta

Iniciativa da Secretaria de Comunicação do PT São Paulo

Programa - Estação Popular
Uma Parada Para a Música Independente

Entrevistador, Produtor, Apresentador e Locutor
Zulu de Arrebatá

Entrevistado
Lailton Araújo (Banda Moxotó)


PRIMEIRA PARTE





SEGUNDA PARTE





TERCEIRA PARTE








sábado, 25 de março de 2017

LAILTON ARAÚJO - AGUARDANDO SEU VOTO ARTÍSTICO...






L A I L T O N   A R A Ú J O


Está participando do “Festival Internacional de Cantores - Autores / Una Canción Por La Paz 2017”, organizado por “URI AL&C”, evento da “América Latina”, e que será realizado no Brasil, período de 12 a 14/05/2017, no município de “São Luiz do Paraitinga - SP”.

O tema de cada canção: “Direitos Humanos e Paz"


PARA VOTAR


1. Clique no link:   http://www.urialc.org/

2. Localize no lado direito da página - “Canal en YouTube”

3. Localize “via seta” minha composição:   “Afoxé - Lailton”

4. Clique no “polegar” e registre seu voto








quarta-feira, 15 de março de 2017

LAILTON ARAÚJO PARTICIPA DE NOVA ANTOLOGIA...





TEXTO DA EDITORA PERSE

Sinopse


"Apresentamos a primeira Coletânea Apparere de Contos. Aqui você encontrará as 30 melhores Obras (na visão dos julgadores) dentre as mais de 90 que se inscreveram para participar desta Coletânea.

A experiência de editar essa Coletânea foi muito prazerosa, pois a princípio imaginávamos que por se tratar da primeira teríamos uma Coletânea Mista de Poemas, Contos e Crônicas e para nossa surpresa recebemos 368 inscrições. Com essa quantidade de inscrições decidimos dividi-la em três:

1.Coletâneas de Poemas;
2.Coletânea de Contos; e
3.Coletânea de Crônicas mais alguns Contos.

Nós do Projeto Apparere ficamos muito felizes pois o Projeto surgiu com o objetivo de “incentivar novos Autores e Autores em geral, a tirar seus Textos/Obras (Poesia, Trova, Haikai, Conto, Crônica, etc.) da gaveta e publicá-los em uma Coletânea, dando visibilidade a eles e compartilhando-os com o Mundo”; e pudemos fazer isso com 159 Autores."


Outras Informações - Clique Abaixo







quarta-feira, 5 de outubro de 2016

QUEM GOSTA DE LITERATURA? MARQUE NA AGENDA ESTE EVENTO...






Lailton Araújo está participando do livro Ponto de Criação - Contos de Temática Livre, da Andross Editora, organizada pelo escritor Alfer Medeiros. Nesta antologia ou coletânea constam quase 90 textos (432 páginas), escritos em forma de conto ou crônica, com as participações de dezenas de escritores do Norte ao Sul do Brasil.

É muita gente boa “brincando de escrever - com seriedade”, em um país que despreza a leitura e escrita. Consta no citado livro o conto: A Abelha e a Rosa - Brincando com a vida (De: Lailton Araújo).






Outras Informações - Clique Abaixo


a) Sobre o Evento


b) Como Chegar

domingo, 3 de agosto de 2014

LEITURA DE DOMINGO N° 03 - LAILTON ARAÚJO - 03/08/2014




A HUMANIDADE CAMINHA AO DEUS DARÁ
( Lailton Araújo )


O que é país? O que é Estado? Talvez sejam palavras que soam como monopólio da mesquinharia! A humanidade não pode conviver com as baixarias patrocinadas em nome de nacionalismos exagerados ou religiões sem qualquer fundamento do que é Deus! Tomara que os dogmas caminhem para o ostracismo!

Na Faixa de Gaza vivem seres humanos que falam, pensam, comem, bebem, ouvem músicas e sabem que possuem direitos universais, tão bem explorados pela ONU - Organização das Nações Unidas, nos jogos do poder, e na hora que for conveniente. O genocídio cometido pelo Estado de Israel parece ser o mesmo praticado pela antiga Alemanha Nazista. Mudaram-se os métodos e a propaganda? O povo israelense não é unânime na aprovação destas barbaridades contra os palestinos! Os donos do poder manipulam as informações, usando as duas populações como cobaias. O fanatismo é uma arma que mata por ignorância! É hora da recusa à religião! O serviço militar obrigatório é um afronta ao livre exercício da paz! Que baixem as armas! Abram-se as fronteiras! O planeta Terra não pertence a qualquer povo, raça ou nacionalista! É de todos e para todos!

A humanidade não aplaude o espetáculo deprimente de apologia à morte, domínio pela força, submissão do pensamento, tirania da vida e falta de tolerância! Onde estão os pacifistas? Talvez estejam na espreita, iguais aos abutres esperando à morte, para saciar a fome política do faz de conta.

Os parasitas da miséria e ignorância dos humanos passaram dos limites. Cada criança ferida ou morta será o novo motivo da intolerância! O sangue é o alimento do ódio! Os sádicos são vampiros... O ano de 2014 mantém-se em vermelho e explosivo no Oriente Médio.




domingo, 27 de julho de 2014

LEITURA DE DOMINGO N° 02 - LAILTON ARAÚJO - 27/07/2014




ELEFANTES BRANCOS, AZUIS, VERDES E AMARELOS
( Lailton Araújo )


Os problemas paisagísticos de São Paulo ou outras metrópoles brasileiras caem nas rodas vivas dos mesmos políticos e pseudo-urbanistas, nos plantões da incompetência. Gastam-se milhões de dólares para se erguer elefantes brancos e depois, colocam os animais de concretos nos zoológicos badalados da mídia, com comerciais pagos a preços de marfim.

Os mesmos sistemas de comunicações que prestaram serviços de publicidades - dos elefantes brancos - silenciam quando o belo torna-se o feio. O lodo nos empreendimentos públicos já não alimenta o ego de alguns políticos. Alguns se tornaram lobos, distantes de matilhas tradicionais e famintos por dólares, euros ou sobras de reais? Alguns tipos de lobos já não consomem carne...

A queda no faturamento de qualquer departamento comercial da mídia, não deve ser o motivo para se fechar os olhos artificiais das câmeras, e boca da crítica. Esta é uma hipótese ou afirmação irracional? Talvez seja uma análise figurada de como se porta a relação crítica x megalomaníacos da administração pública.

Existem dezenas de projetos, que serão pagos com o dinheiro do citado povo, e que deverão ser implantados nos corações das cidades do Brasil, nos próximos anos. Será que foram submetidos às consultas populares, análises de viabilidades ou prioridades para cada população regional. Tais projetos não fabricarão novos elefantes brancos ou multicores?

Os valores gastos em algumas aventuras urbanistas entraram ou entrarão, em bueiros ou ralos, caindo nos córregos, rios e represas dos vizinhos das ditas metrópoles, deixando as cidades dormitórios sem verbas financeiras para a sobrevivência básica. E o que isso tem em relação a viadutos, pontes, praças, escolas, creches, teatros, hospitais, trens, metrôs ou trens-balas, não mencionados neste texto? Tem coerência. Chama-se construção ou interação de um bem público, para o uso comum ou coletivo, independente se agrada aos olhos, ou necessidades, da ótica de quem vê! É a política de se fazer algo sem explicar o motivo. É o mau uso do dinheiro público!




domingo, 20 de julho de 2014

LEITURA DE DOMINGO N° 01 - LAILTON ARAÚJO - 20/07/2014


Foto:  http://www.industriahoje.com.br/voce-sabe-o-que-e-inteligencia-competitiva


EXPLICAÇÃO PARA A ORIGEM DO INTELECTUAL
( Lailton Araújo )


O ser humano é um bicho - Homo sapiens - muito complicado e possui problemas de adaptação com os irmãos e primos da mesma espécie. O que é ser um Homo sapiens intelecto? Será o resultado da mistura do acúmulo de conhecimentos e arrogância? Será a soma de todas as horas na leitura de temas importantes? Para alguns, esses citados temas possuem enormes valores culturais e para outros, não passam de uma perda de tempo. Ser ou não ser, eis a questão... (Trecho da peça: A tragédia de Hamlet, príncipe da Dinamarca, de William Shakespeare).

Um indivíduo Homo sapiens sudestis (espécime da região Sudeste do Brasil) acha que sua classificação taxonômica científica ou popular, não se encaixa naquela que se classifica o Homo sapiens nordestis, espécie nativa da região Nordeste brasileira, pois as grandes universidades, os títulos de doutor, os idiomas falados - alguns meia boca - e a convivência com outros bichos da mesma espécie e espécimes, tais como  Homo sapiens intelecto e Homo sapiens genius, dão-lhe o direito de escrever manifestos maliciosos, antissociais e talvez discriminatórios,  endereçados às outras espécies Homo sapiens regionais. Especula-se que existam diversas variações genéticas - normais ou geneticamente modificadas nos laboratórios políticos - na espécie Homo Sapiens. Algumas foram propositalmente classificadas com os seguintes nomes: Homo sapiens musics, Homo sapiens poetics, Homo sapiens escritas, Homo sapiens politics e Homo sapiens  quaisquers. O ecossistema tupiniquim tornou-se uma zona ecológica genuinamente made in Brazil, gerando tanta controvérsia, que até a Teoria da Evolução das Espécies (do naturalista britânico, Charles Darwin), poderá ser confundida com a psicanálise (do médico neurologista judeu-austríaco, Sigmund Freud). Ser ou não ser, eis a questão... (Trecho da peça: A tragédia de Hamlet, príncipe da Dinamarca, de William Shakespeare).

Não é querendo ser um bicho mais evoluído, ou desmerecendo o saber de outros Homo sapiens, que o Homo sapiens sudestis subirá mais um degrau na escala evolucionista da intelectualidade. Os outros Homo sapiens também andam, correm, comem, cagam, pensam e sabem dá seus pulos e nós nos galhos das árvores. Quem não lembra do refrão... Cada macaco no seu galho!

Existem alguns ecossistemas embusteiros conhecidos por Brasiles politics. Todos os seres vivos que o habitam deveriam entrar em harmonia, na visão e grito ao vento do Homo sapiens intelecto, primo-irmão do Homo sapiens sudestis. Mas, sabendo que evolutivamente a biogeografia traz uma vicariância (mecanismo evolutivo) de aspecto ético e moral - assunto para a bioética - a voz da suposta verdade soa como falsa e inoportuna na análise biológica, filosófica e política.

Alguns Homo sapiens politics - espécimes não bem explicadas na primeira Lei de Mendel (do monge e cientista austríaco, Gregor Mendel) - ainda utilizam moedas-bananas, como forma de promover as aproximações entre os indivíduos da mesma espécie, em Brasiles politics. A forma de agregação ou discurso político animal para a espécie Homo sapiens é o mesmo há décadas: vazio, recheado de metáforas evolucionistas e que não mostram os verdadeiros motivos da não evolução gradual no habitat. Uma curiosidade: será que a espécie Ramphastos vitellinus (nome popular, tucano) não evoluiu dentro da sua chave taxonômica? Pelos rumos, parece que sofreu uma mutação genética e política, contrariando a evolução natural da espécie, e pode torna-se um Homo sapiens intelecto. Ser ou não ser, eis a questão... (Trecho da peça: A tragédia de Hamlet, príncipe da Dinamarca, de William Shakespeare).




domingo, 25 de maio de 2014

LIO DE SOUZA - UMA CANÇÃO PARA UM BELO DOMINGO...




FICHA TÉCNICA

* Intérprete:  LIO DE SOUZA
* Música: A ÚLTIMA VIAGEM
* Autores:  LIO DE SOUZA / LAILTON ARAÚJO
* Álbum Fonográfico:  CD - A OUTRA FACE
* Código do CD:  AMZ000902
* Ano:  2014
* Selo:  INDEPENDENTE
* Instrumentação:  HAMILTON CONCEIÇÃO
* Arranjos Musicais:  HAMILTON CONCEIÇÃO
* Estúdios:  PROMUSIC STUDIO
* Cidade:  SÃO PAULO - SP
* Produção Executiva:  LIO DE SOUZA
* Apoio Musical:  TIAGO SOUZA


A ÚLTIMA VIAGEM
( Lio de Souza / Lailton Araújo )

Antes da minha última viagem
Quero fitar o céu, o sol e a lua
E brindar a vida com um vinho
Verde ou tinto, a cor não importa
Envelhecido com a tua experiência
E engarrafado na safra dos amantes

Meus lábios ainda umedecidos
Querem teus beijos, secos e doces
Sabor de uvas, "passas do amor”
Não quero tristeza, quero vida
E brotando das folhas das videiras
Renovadas, sem rótulo de bebida

A passagem será no pôr-do-sol
A música, harmonia em sol maior
Não importa se é hora da verdade
Será calmo como o desenlace, na paz
O carinho vivo será bem vindo
Cânticos e orações, melhor ainda

Viajando, talvez sem rumo ou volta
Estarei enfronhado com teus livros
Caminharei com as luzes do bem
Lembrando do brilho dos teus olhos
Das lágrimas de saudades, bonitas
Pingos de chuvas, meteoritos ao léu

Nas lembranças ficarão vestígios
De bebidas, de vinho, qualquer safra
Serão motes nas quadras de poetas
Que descrevem a alma sem rodeios
E quem olhar o céu, verá a claridade
Das galáxias, da eternidade maior





LIO DE SOUZA, CANTOR E COMPOSITOR LANÇA O “CD - A OUTRA FACE”...


                                                        Fotomontagem: Lailton Araújo


Por Lailton Araújo


“LIO DE SOUZA”, nascido em 1961 na região conhecida como “Sertão do Pajeú”, município de Carnaíba - Pernambuco - Brasil, é cantor, compositor, violonista e violeiro dos bons. Ainda jovem enveredou nos caminhos da arte, tendo migrado para a Região Sudeste do país, tal qual diversos sertanejos na época.

Em São Paulo (capital do Estado de São Paulo), estudou violão popular. Nos anos 1990 tocou na noite paulistana, participando de importantes festivais de musica. Retornando à cidade natal, fundou com alguns amigos, o grupo “Peleja, Mas Não Cai”, influenciando vários grupos musicais da cidade, e outros das localidades vizinhas.

Com três CDs gravados em anos anteriores e vários livros editados, “LIO DE SOUZA” lança em 2014, o “CD - A OUTRA FACE”, mostrando que já é um intérprete experiente. Quem ouvir o citado álbum fonográfico, perceberá influências mouras, nas harmonias, melodias e formas de cantar o “Sertão e seus costumes”. O “cantador nordestino e a viola”, tão marcantes nas músicas rurais do Nordeste brasileiro, mantêm-se presentes nas belas interpretações de “Lio” - forma carinhosa que os habitantes de Carnaíba o chamam.

“A OUTRA FACE” é um “CD” moderno, trazendo “bases de pianos” na maioria das estruturas das faixas musicais. Surpreenderá alguns ouvintes pelo “não comum” ou a falta de “pasteurização", contidos na atual música tocada pela mídia. Os ouvidos daqueles que adquirirem este belo trabalho - que eu indico para qualquer discoteca de bom gosto - agradecerão pela opção de poder ouvir o “diferente e artístico”.

“LIO DE SOUZA” é a voz parecida com o som da tempestade e que anuncia a chuva, e ela não vem. Pode ser também o ator que interpreta as letras das músicas, que falam da vida nordestina, ou ainda, o tenor dos confins sertanejos do “Rio Pajeú”, que poderá até vestir o “gibão do vaqueiro”, mas hoje veste com certeza, o terno de um “cantor de ópera”: “A Ópera do Nordeste do Brasil.”


a) FAIXAS MUSICAIS: “CD - A OUTRA FACE”

01. A ÚLTIMA VIAGEM
(Lio de Souza / Lailton Araújo)

02. VELHO GADO
(Lio de Souza)

03. DESEJOS DE POETAS
(Lio de Souza)

04. FEITO AVE DE ARRIBAÇÃO
(Lio de Souza)

05. UMA CANÇÃO BRASILEIRA
(Lio de Souza)

06. APELO AO VELHO CHICO
(Lio de Souza)

07. UMA CANTIGA PRA ELA
(Lio de Souza)

08. OUTROS BANDOS
(Lio de Souza)

09. BRIGA DE ADAGA
(Lio de Souza / Marco Araújo)

10. NATUREZA
(Lio de Souza / Sônia Machado)

11. MERCADORES SEM VIDAS
(Lio de Souza)

12. CABOCLA NORDESTINA
(Lio de Souza)


b) FICHA TÉCNICA

LIO DE SOUZA
“CD - A OUTRA FACE”
CÓD. AMZ000902 - ANO 2014
SELO - INDEPENDENTE


c) CONTATOS

LIO DE SOUZA
Tel. (87) 9149-5346 


d) LINKS NA INTERNET - CLIQUE ABAIXO





quinta-feira, 22 de maio de 2014

UM LIVRO MUITO ESPECIAL... “GONZAGÃO: O CENTENÁRIO EM POESIA”




Por Chico Cardoso
(Cajazeiras - PB - Brasil)


Está disponível para venda ou pesquisas, o livro intitulado “GONZAGÃO: O CENTENÁRIO EM POESIA”, com as 46 poesias participantes do I CONPOZAGÃO - Concurso de Poesia em Homenagem ao Gonzagão e seus Seguidores, realizado em 2012, na Comunidade São Francisco, município de São João do Rio do Peixe (PB), por ocasião das comemorações do centenário de Luiz Gonzaga.

O livro foi lançado oficialmente no dia 24 de agosto de 2013, por ocasião da abertura do VI FESMUZA - Festival de Músicas Gonzagueanas.

Trata-se de uma homenagem especial ao Rei do Baião no seu centenário, como também aos 46 poetas que participaram do evento.


Por Lailton Araújo
(São Paulo - SP - Brasil)


No livro acima (na página 48) consta um poema estilo narração, de minha autoria, com base em vivências e leituras do fantástico mundo musical de “Luiz Gonzaga”. Segue abaixo o poema...


Nos cem anos com rima, ritmo e uma canção
( Lailton Araújo )


... 1 ...

O dia 13 de dezembro trouxe à humanidade
Um compositor nordestino à luz de lamparina
Santana - mãe, Januário - pai, um sanfoneiro
No Pé de Serra foi louvor a Deus na campina
Negro, caboclo, pobre, em Exu, Pernambuco
Na cor disputava com a lua tal forma musical
Era o ano de 1912, sopé da Serra do Araripe
Que nascia Luiz Gonzaga, o grande, o genial
Gonzagão é imortalizado como Rei do Baião
Nos cem anos com rima, ritmo e uma canção

... 2 ...

Jovem e inconsequente, quase é a tragédia
Pensou em exterminar o oponente do amor
Com uma surra, corretiva e início da história
Logo evitou, Santana - mãe, o Luiz matador
Fugiu Gonzaga, alistou-se no Crato, soldado
Sumiu do mapa, apareceu no Rio de Janeiro
Tocar sanfona, na zona, meretrício, mangue
Era meio de sobreviver: ganhar um dinheiro
Gonzagão é imortalizado como Rei do Baião
Nos cem anos com rima, ritmo e uma canção

... 3 ...

Em 1941, Ary Barroso aplaudiu Vira e Mexe
Nascia ali o artista da gravadora RCA Victor
Que gravaria e encantaria diversas gerações
Nos xotes, baiões, xaxados, forrós e estilos
A Rádio Nacional lançou a nordestinidade
Dança Mariquinha, mostrou um Luiz cantor
Os parceiros Zé Dantas e Humberto Teixeira
Colocaram versos na melodia do cantador
Gonzagão é imortalizado como Rei do Baião
Nos cem anos com rima, ritmo e uma canção

... 4 ...

Nascia Gonzaguinha, poeta e primogênito
A Asa Branca entrou na cabeça e não sai
Helena era esposa, adotava-se a filha Rosa
Respeita Januário traz Luiz ao abraço do pai
Baião, Boiadeiro, Assum Preto, Cintura Fina
Faz de Gonzaga o embaixador lá do torrão
O grito dos excluídos na batida da zabumba
Está em Algodão, na Acauã e ABC do Sertão
Gonzagão é imortalizado como Rei do Baião
Nos cem anos com rima, ritmo e uma canção

... 5 ...

Anos de 1960, o brilho de Gonzaga reaparece
Cacimba Nova, Numa Sala de Reboco e trios
Poeta de Sumé, Zé Marcolino é novo parceiro
Caetano e Gil citam Luiz e Banda de Pífanos
A Tropicália tem os pés na música nordestina
Anastácia e Dominguinhos, tornam-se amigos
O Rei tem corte, coroa, não perde a majestade
Lua na Rural, vai aos pontos mais longínquos
Gonzagão é imortalizado como Rei do Baião
Nos cem anos com rima, ritmo e uma canção

... 6 ...

Anos de 1970, tempo difícil, quase Luiz parou
Voltou energia, O Fole Roncou e Capim Novo
Unidos, pai e filho cantam: A Vida do Viajante
Para chegar em 2012, com aplausos do povo
Elba, Fagner, Milton e Chico, põem gás na luz
Januário, Gonzaga, Gonzaguinha: dão um psiu
Em forma de um Sabiá que canta nas galáxias
No grande concerto de sanfonas deste Brasil
Gonzagão é imortalizado como Rei do Baião
Nos cem anos com rima, ritmo e uma canção


Contatos - Aquisição do Livro ou Pesquisas

Chico Cardoso
Cajazeiras - PB - Brasil
Tel. (83) 9615-7942 / (83) 9379-1893